segunda-feira, 25 de junho de 2012


RURAL. DELEGADO. FLEURY
Sérgio Fernando Paranhos Fleury (Niterói, 19 de maio de 1933 — Ilhabela, 1 de maio de 1979) foi um policial que atuou como delegado do DOPS de São Paulo, durante a ditadura militar no Brasil. Ficou notoriamente conhecido por sua pertinácia ao perseguir os opositores do regime. Pela sua participação nas ações desenvolvidas pelas Forças Armadas do Brasil durante a chamada "guerra subversiva", foi condecorado pelo Exército Brasileiro com a Medalha do Pacificador e pela Marinha de Guerra com o título de "Amigo da Marinha".

Acusado pela prática de tortura contra presos políticos, foi indiciado e condenado por crimes como dirigente do Esquadrão da Morte. No entanto, não chegou a cumprir pena,
Foi beneficiado por uma lei que facultava a liberdade aos réus primários e com residência fixa que ficou conhecida como Lei Fleury.

Morreu repentinamente em sua lancha na madrugada de 1º de maio de 1979. Seu corpo foi sepultado sem ter sido necropsiado, o que gerou comentários de que ele teria sido assassinado pela esquerda como vingança ou como "queima de arquivo" pelos seus antigos colaboradores da ditadura

( DOPS, utilizava Rural e Veraneio descaracterizados )

sábado, 23 de junho de 2012


CORRIDA BANDEIRANTES 1908.
 
O primeiro automóvel a circular pelas ruas de São Paulo em 1893, pertência a Henrique Santos Dumont, irmão do célebre aviador Alberto Santos Dumont. Há relatos que apontam para o próprio Santos Dumont como dono do primeiro carro que teria circulado não só em São Paulo, como no Brasil. O Pai da Aviação teria trazido da França, em 1891, um Peugeot que havia comprado por 1200 francos.
O segundo automóvel a circular pela capital paulista viria em 1898, sendo de propriedade do doutor Tobias de Aguiar.

Nos primeiros anos do século XX, diante da novidade nas ruas paulistanas, o prefeito Antonio Prado obrigou os veículos a utilizarem placas, mediante pagamento de taxa. Henrique Santos Dumont teria solicitado a isenção do pagamento da taxa, alegando que as ruas da cidade estavam em más condições para a circulação de tráfego. A crítica não agradou ao prefeito. Henrique Santos Dumont teve a sua licença para dirigir automóvel caçada e perdeu a placa P-1, que foi posta, em 1903, no carro do industrial Francisco Matarazzo.
Antonio Prado baixou uma portaria, que garantia a velocidade máxima “a de um homem a passo” nos locais com aglomeração de pessoas, podendo exceder aos 12 quilômetros por hora nas ruas da cidade, aos 20 quilômetros nos locais habitados, e a 30 quilômetros em campo raso. A licença de habilitação dada pela prefeitura exigia que o motorista conhecesse todos os componentes do automóvel e saber manobrá-lo, além de ser necessário ter “prudência, sangue frio e visualidade”,segundo a portaria baixada.

Em 1904 foi criada a Inspetoria de Veículos, que registrou a existência de 84 automóveis em São Paulo.
Em 1908 foi fundado o Automóvel Club de São Paulo, que logo à partida, organizou uma corrida, chamada de “Bandeirantes Sobre Rodas de Borracha”. Quinze carros participaram, tendo o conde Silvio Penteado chegado em primeiro lugar, após percorrer setenta quilômetros em uma hora e trinta minutos.

Foto = Santos Dumont, Silvio Penteado, Prado Jr. e Armando Penteado na corrida Bandeirantes de 1908.

quinta-feira, 21 de junho de 2012



MERCEDES BENZ O 362. VIAÇÃO POMPÉIA
 A Viação Pompéia foi criada nos anos 60 e operou desde a sua criação até 1978, na Zona Oeste e operou linhas que hoje são operadas pela Gato Preto e Oak Tree.
Em 1978 a Viação Pompéia fez Consórcio com a Viação Tabú e foi operar linhas na Zona Leste, onde sua maior atuação foram nas COHABs I e II, além de bairros como Jd. Marília e Vila Dalila.
Quando o Consórcio Pompéia / Tabú acabou, o sócio fundador da empresa, o Sr.Belarmino comprou a parte do seu sócio na Pompéia e reativou a Viação São Paulo, que absorveu as linhas e a frota da Viação Pompéia.

terça-feira, 19 de junho de 2012



AERO WILLYS ITAMARATY. EXPEDITO MARAZZI
O Willys Itamaraty foi lançado em 1966 como a versão mais sofisticada do Aero-Willys. Foi batizado com o nome do edifício sede do Ministério das Relações Exteriores, em alusão à sofisticação e o glamour da diplomacia brasileira. O modelo trazia mais cromados, nova grade dianteira e lanternas. O interior ainda trazia o painel de jacarandá maciço (que seira substituido por uma imitação de plástico no Willys da Ford), Bancos de couro e rádio. Na parte mecanica, ganhava um motor de 3 litros e 132 cv (140 cv na gestão Ford). Sua produção foi encerrada em 1971, junto com o Aero-Willys

Expedito Marazzi é reconhecido como sendo o precursor dos testes de avaliação de desempenho dos automóveis nacionais. Atuando como jornalista especializado em automóveis na Revista Quatro Rodas de 1962 até 1974.

Ao deixar a Quatro Rodas seguiu para a Editora Bloch, escrevendo para as revistas Manchete e Fatos & Fotos, sempre sobre automobilismo e motociclismo. Também editou as revistas Auto Esporte, Motor Três e finalmente a Caminhoneiro.

Marazzi foi um dos responsáveis pelo desenvolvimento e criação da linguagem de testes e avaliações de automóveis e motocicletas, uma metodologia usada até hoje pelas revistas brasileiras que buscam levar uma informação mais detalhada dos veículos aos seus leitores.
Foi dele a iniciativa de criar no Brasil, o primeiro curso de pilotagem, em 1966. O Cursa Marazzi de Pilotagem de competição foi inspirado no curso ministrado na Itália por Piero Taruffi e as aulas práticas aconteciam no Autódromo de Interlagos e funcionou até 1998.

Expedito Marazzi faleceu em dezembro de 1988 em acidente automobilístico em pleno exercício da profissão. Testando um caminhão.

domingo, 17 de junho de 2012


ACIDENTE. 1954
O primeiro ônibus no Brasil era da marca francesa Panhard e chegou em Pernambuco no ano de 1900. As primeiras Jardineiras desembarcaram em 1919. Eram montadas sobre caminhões ( era mantida no veículo a frente,com o capô e motor).

A parte traseira era totalmente de madeira. Depois, vieram as carrocerias fabricadas em chapas. A partir de 1926 foram importadas as famosas jardineiras chamadas de "Yellow Coach". O primeiro ônibus genuinamente brasileiro só foi fabricado em 1941 pelos irmãos Grassi, com capacidade para 45 pessoas.