PARA OS APAIXONADOS POR CARROS... EM QUALQUER SITUAÇÃO, EM QUALQUER ÉPOCA
quinta-feira, 28 de junho de 2012
BLINDADOS BATALHÃO DE CHOQUE. 1969
Os blindados `` Brucutu ” e ``Tatu ”. eram utilizados durante o regime militar para amedrontar os manifestantes. O armamento usado para reprimir especialmente os estudantes tinha dispositivo para lançamento de bombas de gás lacrimogêneo e jatos de água e areia.
A versão ``Tatu ”, era um blindado de guerra, que além dos dispositivos do “Brucutu” tinha também metralhadora.
terça-feira, 26 de junho de 2012
O Blog Carros Antigos - Automodelli Blogspot, teve a sua primeira postagem no dia 26 de fevereiro 2012; exatos 4 meses, e atingimos a marca de 10.000 acessos.
Um Blog que começou com o intuito de fazer um backup atualizado on-line do Fotoblog Carros Antigos & Caminhões e ônibus de Época.
Agradeço a todos os leitores pelas visitas diárias !!
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Sérgio Fernando Paranhos Fleury (Niterói, 19 de maio de 1933 — Ilhabela, 1 de maio de 1979) foi um policial que atuou como delegado do DOPS de São Paulo, durante a ditadura militar no Brasil. Ficou notoriamente conhecido por sua pertinácia ao perseguir os opositores do regime. Pela sua participação nas ações desenvolvidas pelas Forças Armadas do Brasil durante a chamada "guerra subversiva", foi condecorado pelo Exército Brasileiro com a Medalha do Pacificador e pela Marinha de Guerra com o título de "Amigo da Marinha".
Acusado pela prática de tortura contra presos políticos, foi indiciado e condenado por crimes como dirigente do Esquadrão da Morte. No entanto, não chegou a cumprir pena,
Foi beneficiado por uma lei que facultava a liberdade aos réus primários e com residência fixa que ficou conhecida como Lei Fleury.
Morreu repentinamente em sua lancha na madrugada de 1º de maio de 1979. Seu corpo foi sepultado sem ter sido necropsiado, o que gerou comentários de que ele teria sido assassinado pela esquerda como vingança ou como "queima de arquivo" pelos seus antigos colaboradores da ditadura
( DOPS, utilizava Rural e Veraneio descaracterizados )
sábado, 23 de junho de 2012
CORRIDA BANDEIRANTES 1908.
O primeiro automóvel a circular pelas ruas de São Paulo em 1893, pertência a Henrique Santos Dumont, irmão do célebre aviador Alberto Santos Dumont. Há relatos que apontam para o próprio Santos Dumont como dono do primeiro carro que teria circulado não só em São Paulo, como no Brasil. O Pai da Aviação teria trazido da França, em 1891, um Peugeot que havia comprado por 1200 francos.
O segundo automóvel a circular pela capital paulista viria em 1898, sendo de propriedade do doutor Tobias de Aguiar.
Nos primeiros anos do século XX, diante da novidade nas ruas paulistanas, o prefeito Antonio Prado obrigou os veículos a utilizarem placas, mediante pagamento de taxa. Henrique Santos Dumont teria solicitado a isenção do pagamento da taxa, alegando que as ruas da cidade estavam em más condições para a circulação de tráfego. A crítica não agradou ao prefeito. Henrique Santos Dumont teve a sua licença para dirigir automóvel caçada e perdeu a placa P-1, que foi posta, em 1903, no carro do industrial Francisco Matarazzo.
Antonio Prado baixou uma portaria, que garantia a velocidade máxima “a de um homem a passo” nos locais com aglomeração de pessoas, podendo exceder aos 12 quilômetros por hora nas ruas da cidade, aos 20 quilômetros nos locais habitados, e a 30 quilômetros em campo raso. A licença de habilitação dada pela prefeitura exigia que o motorista conhecesse todos os componentes do automóvel e saber manobrá-lo, além de ser necessário ter “prudência, sangue frio e visualidade”,segundo a portaria baixada.
Em 1904 foi criada a Inspetoria de Veículos, que registrou a existência de 84 automóveis em São Paulo.
Em 1908 foi fundado o Automóvel Club de São Paulo, que logo à partida, organizou uma corrida, chamada de “Bandeirantes Sobre Rodas de Borracha”. Quinze carros participaram, tendo o conde Silvio Penteado chegado em primeiro lugar, após percorrer setenta quilômetros em uma hora e trinta minutos.
Foto = Santos Dumont, Silvio Penteado, Prado Jr. e Armando Penteado na corrida Bandeirantes de 1908.
O segundo automóvel a circular pela capital paulista viria em 1898, sendo de propriedade do doutor Tobias de Aguiar.
Nos primeiros anos do século XX, diante da novidade nas ruas paulistanas, o prefeito Antonio Prado obrigou os veículos a utilizarem placas, mediante pagamento de taxa. Henrique Santos Dumont teria solicitado a isenção do pagamento da taxa, alegando que as ruas da cidade estavam em más condições para a circulação de tráfego. A crítica não agradou ao prefeito. Henrique Santos Dumont teve a sua licença para dirigir automóvel caçada e perdeu a placa P-1, que foi posta, em 1903, no carro do industrial Francisco Matarazzo.
Antonio Prado baixou uma portaria, que garantia a velocidade máxima “a de um homem a passo” nos locais com aglomeração de pessoas, podendo exceder aos 12 quilômetros por hora nas ruas da cidade, aos 20 quilômetros nos locais habitados, e a 30 quilômetros em campo raso. A licença de habilitação dada pela prefeitura exigia que o motorista conhecesse todos os componentes do automóvel e saber manobrá-lo, além de ser necessário ter “prudência, sangue frio e visualidade”,segundo a portaria baixada.
Em 1904 foi criada a Inspetoria de Veículos, que registrou a existência de 84 automóveis em São Paulo.
Em 1908 foi fundado o Automóvel Club de São Paulo, que logo à partida, organizou uma corrida, chamada de “Bandeirantes Sobre Rodas de Borracha”. Quinze carros participaram, tendo o conde Silvio Penteado chegado em primeiro lugar, após percorrer setenta quilômetros em uma hora e trinta minutos.
Foto = Santos Dumont, Silvio Penteado, Prado Jr. e Armando Penteado na corrida Bandeirantes de 1908.
quinta-feira, 21 de junho de 2012
MERCEDES BENZ O 362. VIAÇÃO POMPÉIA
A Viação Pompéia foi criada nos anos 60 e operou desde a sua criação até 1978, na Zona Oeste e operou linhas que hoje são operadas pela Gato Preto e Oak Tree.
Em 1978 a Viação Pompéia fez Consórcio com a Viação Tabú e foi operar linhas na Zona Leste, onde sua maior atuação foram nas COHABs I e II, além de bairros como Jd. Marília e Vila Dalila.
Quando o Consórcio Pompéia / Tabú acabou, o sócio fundador da empresa, o Sr.Belarmino comprou a parte do seu sócio na Pompéia e reativou a Viação São Paulo, que absorveu as linhas e a frota da Viação Pompéia.
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