quarta-feira, 3 de abril de 2013



PANAIR DC3 - FROTA CAMINHÃO WHITE MOTOR COMPANY TEXACO  

White Motor Company, foi fundada em 1900 e produzia só automóveis.No final da década de 20, começou com a linha de caminhões. A empresa era sediada em Cleveland,Ohio . 
O auge foi nos anos 50, com vendas recordes e com várias aquisições de pequenos fabricantes Americanos de caminhões.
As vendas caíram no final dos anos 60, e a White tentou fundir-se,com a Mercedes e a Renault.
Em 1980,White Motors solicitou falência, e a Volvo AB adquiriu os ativos dos EUA. 

A história da Texaco começou no dia 10 de janeiro de 1901 quando Joseph Cullinan, Arnold Schlaet, Thomas Donahue e Walter Benona Sharp fundaram a The Texas Fuel Company na pequena cidade de Beaumont, estado do Texas, logo após a descoberta de grandes jazidas de petróleo no sudeste do estado. A nova empresa tinha apenas 12 funcionários e ocupava três salas de um prédio.
Em setembro de 1915, a Texaco começou a operar no Brasil através de um decreto assinado pelo então presidente da república Wenceslau Brás, que autorizou a The Texas Company (South America) Ltd. a se instalar no país.
Desde a chegada da indústria automobilística ao país, em 1950, até o estabelecimento das mais importantes montadoras internacionais, a marca Texaco acompanhou a expansão desse segmento industrial.
Em 2008, o Grupo Ultra, que controla a rede de postos Ipiranga no Sul e Sudeste do país, comprou os 1.900 postos de combustíveis da marca Texaco no Brasil por R$ 1.161 bilhões. Aos poucos a maioria dos postos de serviço foi assumindo a identidade visual da marca Ipiranga.  

Panair do Brasil S.A. foi uma das companhias aéreas pioneiras do Brasil. Nasceu como subsidiária da empresa norte-americana, a NYRBA (New York-Rio-Buenos Aires), em 1929.
Incorporada pela Pan Am em 1930, teve seu nome modificado de Nyrba do Brasil para Panair do Brasil, em referência à empresa controladora (Pan American Airways).
Por décadas dominou o setor de aviação no Brasil. Encerrou suas atividades abruptamente em 1965. 

O Douglas DC-3, teve várias versões, tanto para o transporte de passageiros, tropas militares, para-quedistas, e para o transporte de cargas. 
Uma variante para o lançamento de pára-quedistas foi sujeita a tantas alterações especificas que passou a ser designado por C-53 Skytrooper, e depois do final da segunda guerra , foi adaptado para aviação comercial, e utilizado também pela Panair. 

A Dodge Motors,foi fundada no início de 1900,pelos irmãos John e Horace Dodge, que decidiram construir um automóvel com preço acessível. Começaram com a produção de peças e, em 1914, desenvolveram sua indústria automobilística. Nos anos 20, os irmãos faleceram e em 1928, a Dodge Brothers passou a integrar a Chrysler Corporation.

segunda-feira, 1 de abril de 2013


SALÃO DO AUTOMÓVEL 1973 ( RAID DA INTEGRAÇÃO NACIONAL - FORD )  

Em Novembro de 1973, o Brasil ainda estava desenvolvendo sua malha viária,cercado de florestas e caminhos tortuosos pelo interior do Norte e Nordeste.
Numa ação de marketing ousada,que aproveitava o nacionalismo estimulado de forma exacerbada naquela época,a Ford promoveu o 1º Raid da Integração Nacional.
Seria um feito de proporções épicas,uma verdadeira expedição à todas as capitais de estado do país,onde três carros da linha Ford seriam os “integradores”.Um Corcel, uma Belina e um Maverick.  


Durante a viagem,a caravana visitava a capital de cada estado,e entregava ao seus representantes uma carta escrita pela diretoria da Ford,com os seguintes dizeres: “...Senhor Governador,seu país está sendo integrado...”
Cada representante de estado respondia com outra carta,que seria levada pelos pilotos do Raid até as mãos do Presidente do Brasil,na Capital Federal.   


Os carros percorreram 16.755 quilômetros em apenas 24 dias,e chegaram à Brasília no dia 31 de Outubro,levando as cartas dos governadores e fechando o circuito do Raid que passou por todas as capitais de estado do Brasil.
Quem pilotava o Maverick Super Luxo da expedição era ninguém menos que Luiz Antônio Greco,um dos maiores chefes de equipe do automobilismo brasileiro,tendo gerenciado os melhores pilotos e os melhores carros de competição até então,como a imbatível Equipe Willys.
Greco seria o chefe da Mercantil Finasa Ford,equipe oficial da fábrica em competições, com seus belos Mavericks correndo nas divisões 1 e 3 do campeonato brasileiro,à partir de 1973.

Foto - Paulo Cesar Padanho - Guia Dos Antigos

sábado, 30 de março de 2013



EM ALGUM FERIADO DO PASSADO...


Conheça também o FotoBlog Carros Antigos & Caminhões e ônibus de Època Automodelli
Aguardo a sua visita !! 


quarta-feira, 27 de março de 2013



EM ALGUM LUGAR DO PASSADO...  GORDINI e JEEP WILLYS. 

Valente,com tração em duas ou quatro rodas e câmbio de três marchas com redução, logo o jipe se mostrou adequado às estradas e fazendas brasileiras. A versão Rural Willys surgiu em 1956. Em 1957 as partes do veículo passaram a ser fabricadas no Brasil e em 1959 o motor também passou a ser brasileiro --- um seis cilindros de 2.638cc e 90cv de potência que viria a ser adotado na maioria dos veículos da montadora.  

Apesar de a filial ter recebido as ferramentas para montagem do modelo Aero quando a matriz norte-americana encerrou a produção de veículos de passeio, o primeiro carro urbano da Willys brasileira foi o pequeno Dauphine, em 1959, produzido sob licença da Renault. O econômico veículo foi um dos maiores rivais do Volkswagen Fusca no mercado brasileiro dos anos 60, em suas várias versões que surgiram nos anos seguintes, e também foi a base de uma série de vitórias da Equipe Willys de competições no automobilismo brasileiro, com pilotos como Christian Heinz, Emerson Fittipaldi e Luiz Bueno.  

Em 1960 foi finalmente lançado o Aero-Willys, ainda com a carroceria arredondada do modelo norte-americano, que rendeu a esta primeira versão o apelido de "Aero-Bola". Em termos de mecânica, o Aero era simplesmente o Jeep com carroceria urbana. Pesava 1.440kg e atingia 120km/h de velocidade máxima, com aceleração de 0 a 100km/h em 17,8 segundos. O consumo de combustível era da ordem de 7km/litro. 
Em 1961, a Willys lançou mais um veículo produzido sob licença da Renault, o Interlagos, cópia do Renault Alpine, e primeiro veículo esportivo de série do Brasil, com carroceria em fibra de vidro em três versões de estilo (cupê, berlineta e conversível) e mecânica baseada no Dauphine, mas com várias opções de carburação e potência. 

Em 1962 foi feita uma completa reestilização da carroceria do Aero, liderada pelo projetista americano Brooks Stevens, e foi lançado em dezembro o modelo Aero 2600, com linhas retas, modernas para a época, e algumas alterações no motor que aumentaram a potência para 110cv. Esse novo Aero deu origem a uma versão de luxo em 1966 que era vendida como um veículo diferente, o Itamaraty.   

A Willys entrou em crise financeira, e em 1967 a Ford assumiu o controle acionário da empresa. O Projeto M, já bastante avançado, foi concluído e deu origem ao Ford Corcel ,os primeiros exemplares ainda saíram de fábrica com vidros timbrados com a marca da Willys. Os carros das linhas Jeep e Aero continuaram a ser produzidos, sob a marca Ford-Willys até 1970, e posteriormente, por mais alguns anos, apenas com a marca Ford. A linha Jeep ainda continuou sendo produzida até 1983.

segunda-feira, 25 de março de 2013



CHEVROLET CIMPALA - CARROCERIAS SUL LTDA  

O Chevrolet " Cimpala ", foi um projeto artesanal, com linhas e desenho do modelo Pick Up,que serviu de base para o projeto,ganhando alguns novos elementos que a deixaram, mais próxima dos padrões de carros de passeio de meados da década de 60,como o detalhe fixado à lateral pintado na mesma cor do teto da gabine,as rodas cobertas por grandes calotas e pneus de banda branca. 
Boa parte de todo este trabalho foi feito manualmente em uma época que não existiam todos os recursos que existem nos dias de hoje.
O nome " CIMPALA " vem da combinação de "C",pois o veículo trata-se de um utilitário Chevrolet da linha " C ",com o conjunto óptico traseiro do Chevrolet Impala. 

Foto - ShowRoom Imagens Passado